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A verdadeira escolha da minha profissão
Terça-feira, 7 de Julho de 2009

Não pelas rimas, ou versos decasilabos que muitas vezes são bonitinhos e chegam a encantar. Mas sim pela palavra, ou frase, ou parágrafo ou simplesmente ela por inteiro: a poesia. Elas muito me encantam, moças formosas, natureza viva ou morta, ou maldizeres, seja como for, nelas sempre me encontro. Melhor que lê-las é ouvi-las. A poesia cantada é coisa mais bela de todas que poderia escolher pra mim. O que eu escolhi pra mim? Escolhi viver da essência da poesia... E não é só do amor que falo e sim, do amor a palavra.


Sem mais.

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Sobre a ilusão
Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

Quando eu tinha 16 anos tinha uma doce ilusão na minha mente de que, quando eu completasse meus 18 anos eu em fim seria dona do meu nariz. Aos 17 minha empolgação era maior ainda, eu me tornaria mais velha, poderia comprar cerveja sozinha, poderia entrar nas baladas sem precisar de RG falso, poderia chegar em casa no dia seguinte, dirigir, abrir crediário, ir presa e ter porte legal de arma!

Passados quase dois meses do meu aniversário de 18 anos, pude concluir que: nada mudou. Ainda vou na sinuca escondida do meu pai (porque minha mãe sempre deixou eu ficar loks da minha vida, ir pra buatchy enquanto meu pai viaja a trabalho), não posso ir na sinuca, ainda tenho horário pra chegar em casa, beber só com meus pais por perto e nem falar palavrão (tá, essa ultima parte é brinks).

Fato é que enquanto eu ainda comer a comida que meu pai põe na mesa, vou ter que obedecer as regras. Mesmo se eu tiver 40 anos

Mudando de assunto...

Voy postar hoje um videozinho da cantora Dani Carlos n'A Fazenda. Ok, A Fazenda é muito derrota, mas ontem estava assistindo com minha mãe e vi a Dani Carlos compondo uma música e achei muito fofo. A música tem uma melodia linda e a letra está sendo acrescentada aos poucos. Essa é a segunda composição de Dani Carlos dentro do reality, confiram o vídeo:

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Relação pais e filhos
Quarta-feira, 24 de Junho de 2009


Podemos ter 18, 25, 37 ou até mesmo 48 anos de idade que nossos pais sempre nos verão como crianças indefesas e, sempre tentarão nos proteger de tudo e todos. Ao meu ver o diálogo entre pais e filhos ainda é um pouco limitado.

Pais nos dão conselhos: não use drogas, use camisinha, se você for fazer sexo pela primeira vez fale comigo para irmos ao médico e coisas do tipo. Isso é um tipo de aviso, isso é algo que deixa o individuo tranquilo por um lado e em um meio termo por outro lado: puxa, que legal meu pai/mãe me dando conselhos e tudo mais, mas péra aí: eles são meus pais! Como vou contar pra ele/ela que eu não sou mais virgem? Como vou contar que eu já usei algum tipo de droga? Eles vão me matar!

Apesar de os pais serem compreensíveis conosco, ainda sim não deixam de ser nossos pais. Nos aconcelham como amigos mas dão broncas como pais. Ainda existe uma pequena barreira na relação pais e filhos que faz com que os jovens tenham um certo receio de contar situações que eles eventualmente contariam para um amigo, em vez de contarem para seus pais. Agente acha que se contar os pais vão brigar, vão nos tratar como filhos e não como amigos. As vezes eles se esquecem que também são serem humanos e já passaram por coisas do tipo com seus próprios pais.

Fato é que, nem todos sentem tanta liberdade para falar de coisas "polêmicas" com os pais, como sexo, drogas, e rock n' roll (brinks), relacionamentos, sexualidade, em fim, coisas que acontecem com agente. Então agente tenta conversar com eles usando o clássico "sabe, uma amiga minha...". Os pais logo desconfiam que não é de amigos coisa nenhuma que estamos falando, mas eles fingem que não sabem de nada.

Para os pais deve ser difícil aconcelhar os filhos como amigos, verem que o filho está se tornando um adulto. Dar bronca e proibir não é a melhor solução, dar concelhos, conversar bastante, tentar entender o que se passa na cabeça do filho, se colocar no lugar em determinada situação, ser compreensivo e tentar guia-lo (sem pressão de pais) por um caminho bom, é ótimo! Pois, dessa maneira nós nos sentimos mais "aliviados", menos preocupados com algo que antes nos afligia, afinal contamos para alguém que confiamos plenamente.

Mas, felizmente hoje em dia a situação tem mudado (e muito!). Hoje em dia a relação pais e filhos é algo mais aberto, mas light, muitas pessoas confiam mais nos pais para contar certos segredos do que em amigos. Isso é muito bom. Os nossos pais muitas vezes estão sempre abertos a esse tipo de experiência. Tudo que eles mais querem é serem nossos melhores amigos (e eles de fato são, basta agente descobrir). As vezes essa coisa de "ai, tenho medo de falar pra minha mãe" é pura pressão que nós colocamos em nossas cabeças. Nossos pais são as pessoas mais compreesíveis do mundo e estão ali, de braços abertos esperando por uma boa reação de nossa parte muitas vezes, para se tornarem nossos melhores amigos.


Quando digo "pais", me refiro ao pai e a mãe. Não somente ao pai.

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